25 de set. de 2011
27 de ago. de 2011
Os primeiros cristãos marcaram a história da humanidade. E nós, que diferença estamos fazendo no mundo?

Meu irmão, minha irmã, eu peço que você leia com atenção o breve texto abaixo, que retrata um estilo de vida que muito nos diz respeito:
“Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida” (carta a Diogneto, n. 5).
Você certamente já sabe a respeito de quem o autor está falando. Esse é um texto muito antigo, escrito nos inícios da propagação da fé cristã.
Nas origens, aqueles que eram “autenticamente” cristãos davam esse tipo de testemunho, tanto que muitos estudiosos, que se dedicam a analisar a vida das primeiras comunidades cristãs, atestam que a mensagem evangélica, a fraternidade vivida nos grupos e o testemunho de santidade, indo até o martírio, levaram muitos a aderirem à nova religião.
Na sequência do texto, o autor diz: “Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo”. Eles, os cristãos, davam vida ao mundo!
E com quem aprenderam a ser assim? Com o Senhor Jesus, claro! Sim, os cristãos, verdadeiramente fiéis, imitavam Jesus Cristo, tendo por base a Doutrina propagada pelos apóstolos.
E quanto a nós? Se alguém se dedicar a nos observar e retratar o nosso estilo de vida, hoje, como irá nos descrever? Nós, que somos católicos, que frequentamos a Missa, Grupos de Oração, que imagem passamos aos que nos conhecem, convivem conosco?
É necessário que façamos essa autoavaliação, porque temos o compromisso de dar testemunho de vida. Esse é o primeiro meio de evangelização, como nos ensina Paulo VI (Evangelli Nuntiandi, n. 41).
Então, como estamos vivendo? Como temos conduzido nossa vida? Nossos pensamentos, sentimentos, ações são parecidos com os de Jesus?
Em quem nos espelhamos? Qual o papel dos Evangelhos em nossa vida? Eles pautam nosso agir? O que Jesus ensinou, nós buscamos fazer? Temos nos esforçado para isso?
Recebemos uma missão: ser “rosto e memória de Pentecostes”. Devemos mostrar ao mundo a face do cristianismo autêntico; não deixar cair no esquecimento o modelo de vida de nossos pais na fé. Isso é reimplantar uma cultura que já esteve fortemente presente na humanidade. Somos chamados a resgatar, na força que vem do alto, a “Cultura de Pentecostes”.
Somente cheios do Espírito Santo poderemos viver como Jesus viveu. Somente o Paráclito pode nos dar coragem para anunciar, viver o amor fraterno, a santidade. Clamemos sem cessar por sua presença, para que o mundo veja e creia.
Em Cristo,
Lúcia V. Zolin
Coord. nacional da Comissão e do Ministério de Comunicação Social da RCCBRASIL
Lúcia V. Zolin
Coord. nacional da Comissão e do Ministério de Comunicação Social da RCCBRASIL
5 de jun. de 2011
Querigma da Festa Junina
Assim como as bandeirolas alegram e nos dizem que é dia de festa, assim também é o AMOR DE DEUS!
O Pai nos convida a grande festa da vida de filhos de Deus. Ser cristão é ser sinal de Seu amor e alegria para o mundo!
Mas o PECADO é como uma bombinha que tira a paz, machuca, provoca desordem e confusão.
JESUS é como a fogueira que queima todo o mal. Quem Dele se aproxima recebe o calor e a luz para partilhar com os irmãos.
Como o milho se transforma em pipoca, quem crê em Jesus MUDA DE VIDA, vai amar como Ele amou, viver como Ele viveu...
O ESPÍRITO SANTO derrama seus dons em nós e através de nós como estas estrelinhas.
Tudo isso nos lembra que Jesus prepara um grande banquete no CÉU!
Fonte: Revista Renovação - Publicação oficial da RCC do Brasil - Edição nº 68
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2 de jun. de 2011
Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais
Comunicar a Verdade e o Bem
Neste Domingo da Ascensão do Senhor, celebramos o 45º Dia Mundial da Comunicação. O tema deste ano faz referência à era digital: “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”.
As novas tecnologias ampliaram as oportunidades para o anúncio do Evangelho, sobretudo com a popularização da internet. No mundo digital, observa o Papa em sua mensagem: “transmitir informações significa com frequência sempre maior inseri-las numa rede social, onde o conhecimento é partilhado no âmbito de intercâmbios pessoais.” É o que temos notado na Pastoral das Comunicações (Pascom), implantada em nossa Arquidiocese e presente num número crescente de paróquias.
Aos jovens o Papa faz um apelo especial: “Convido os jovens a fazerem bom uso da sua presença no areópago digital.”
No evangelho da solenidade de hoje, Jesus aproxima-se dos seus discípulos e lhes diz: “Toda autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e observando-os a observar tudo o que vos ordenei!” (cf Mt 28,16-20). Todos aqueles que se fazem discípulos de Jesus são convocados a anunciar esta boa notícia da salvação. E isto tem acontecido ao longo dos séculos, com a formação de novas comunidades.
Neste Dia Mundial da Comunicação, saudamos a todos comunicadores, empenhados em difundir a Verdade e o Bem!
+ Joviano de Lima Júnior, sss
Arcebispo de Ribeirão Preto
05.06.2011
1 de jun. de 2011
Vamos Rezar os Mistérios Gozosos!
Criança, vamos meditar os mistérios gozosos?
Mistério é algo que existe, mas não compreendemos a grandeza de todo seu significado.
Gozo quer dizer alegria.
Quem quer ter alegria?
Meditar é mais que imaginar, é aprender com os fatos, encarnar os frutos e assim ser também testemunhas da graça derramada.
O Anjo anunciou a Maria que ela seria a mãe de Jesus
Fruto - humildade
Maria visita sua prima Isabel que estava grávida de João Batista
Fruto - caridade para com o próximo
Nascimento de Jesus
Fruto - pobreza de espírito
Fruto - pureza
Menino Jesus perdido e encontrado no Templo
Fruto – cumprimento da vontade de Deus
Fonte: Revista Renovação - Publicação oficial da RCC do Brasil - Edição nº 68
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